Tebet diz que gastos com C&T também ficarão fora do teto, além de Educação Por Estadão Conteúdo

© Reuters. Tebet diz que gastos com C&T também ficarão fora do teto, além de Educação A candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, afirmou neste sábado, 3, que os gastos com Ciência e Tecnologia (C&T) ficarão fora do teto de gastos em seu eventual governo, assim como a Educação. A candidata visita […]

Tebet diz que gastos com C&T também ficarão fora do teto, além de Educação Por Estadão Conteúdo



© Reuters. Tebet diz que gastos com C&T também ficarão fora do teto, além de Educação

A candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, afirmou neste sábado, 3, que os gastos com Ciência e Tecnologia (C&T) ficarão fora do teto de gastos em seu eventual governo, assim como a Educação. A candidata visita a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade Reatech Brasil, em São Paulo, ao lado da vice, Mara Gabrilli (PSDB). “O Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação não vai ter corte em hipótese alguma, todo o dinheiro colocado no Orçamento vai ser executado e nós vamos tirar do teto. O teto de gastos permanece, mas Educação e Ciência, Tecnologia e Inovação ficam fora”, afirmou. “Tem que trocar presidente da República porque todo ano ele corta, praticamente zera o Orçamento da Ciência e Tecnologia”, disse Tebet, para quem “ciência, tecnologia e inovação nunca foram levados a sério no Brasil”. Ela defendeu que a tecnologia disponível às pessoas com deficiência chegue a todos no País. “Há dois Brasis, o Brasil da pessoa com deficiência que é rica e tem condições de comprar e o da pessoa com deficiência que depende do SUS. A tecnologia está ali pronta para ela, mas lamentavelmente o governo não faz o dever de casa e não coloca o dinheiro dos impostos à disposição, principalmente na área da saúde”, afirmou. A candidata do MDB disse que vai fazer “o maior programa de inclusão da história” para pessoas com deficiência, a cargo de Mara Gabrilli. O programa trata de educação, qualificação ao trabalho, acessibilidade (com transferência de recursos da União a municípios) e reabilitação. “São 45 milhões de brasileiros, é um estado de São Paulo e, infelizmente, 90% vivem em situação de pobreza – isso a gente tem que mudar”, disse Gabrilli.



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